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Viajando por Portugal

Pelos caminhos de Portugal, vi tanta coisa linda, vi coisa sem igual.

Casa do Arco do Bispo

José Torres
20.05.2025

Época de construção

Séculos XV / XVI / XVII

Classificação

Interesse Municipal, Decreto n.º 28/82, DR n.º 47 de 26 fevereiro 1982Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 5/2002, DR n.º 42 de 19 fevereiro 2002Interesse Municipal, Decreto n.º 28/82, DR n.º 47 de 26 fevereiro 1982

Localização

6000-116 Castelo Branco

Descrição

Foi a residência temporária dos bispos da Guarda em Castelo Branco. Até 117, data da elevação a cidade e, consequentemente, a sede de Bispado, a notavell vijla de Castelo Bramco pertenceu à Diocese Egitanense. Existe a possibilidade de, originariamente, esta túnel/casa ter sido a Porta do Pelame, uma das portas de defesa da cidade. O arco do passadiço é constituído por arcos torais de volta perfeita, assentes em pilastras facetadas. Na fachada posterior mantém-se visível Porta Monumental, acesso à residência do Bispo.

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  • Arte Urbana

    Passear na zona histórica da cidade da Covilhã é encontrar, a cada passo, o engenho e o talento de consagrados artistas da street art, do grafitti, da ilustração, da fotografia e muito mais.

  • Estação de comboios da Covilhã

    A Estação Ferroviária de Covilhã é uma interface da Linha da Beira Baixa, que serve a cidade de Covilhã.

  • Elevadores do Jardim Público

    A obra foi inaugurada a 25 de abril de 2015, pelo presidente da autarquia, Victor
    Pereira. Destinado a estabelecer a ligação entre o Jardim Público e o Largo da Rua Marquês Ávila e Bolama, junto à nova ponte sobre a Ribeira da Carpinteira.

  • Elevador de Santo André

    Inaugurado em março de 2009, pelo então Presidente da autarquia, Carlos Pinto, o elevador inclinado das Escadinhas de Santo André efetua a ligação entre a Rua Marquês Ávila e Bolama e a Rua António Augusto de Aguiar.

  • Arca de Água / Cisterna

    Antiga cisterna de planta retangular, construída provavelmente no século XV. Tinha por finalidade a recolha da água da nascente que se encontrava no seu interior e que era, depois, conduzida para o exterior através de uma caleira retilínea.

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