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Viajando por Portugal

Pelos caminhos de Portugal, vi tanta coisa linda, vi coisa sem igual.

Mosteiro dos Jerónimos

José Torres
23.05.2025

Época de construção

Séculos XVI / XVII / XVIII / XIX / XX

Classificação

Monumento Nacional, Decreto de 10-01-1907, DG n.º 14 de 17 janeiro 1907, Decreto de 16-06-1910, DG, 1.ª série, n.º 136 de 23 junho 1910 / ZEP, Portaria, DG, 2.ª série, n.º 63 de 16 março 1960 / Património Mundial – UNESCO, 1983

Localização

Praça do Império 1400-206 Lisboa

Descrição

Obra-prima da arquitetura portuguesa, o Real Mosteiro de Santa Maria de Belém, designado comumente por Mosteiro dos Jerónimos, por ter sido destinado à Ordem de São Jerónimo.

A igreja, com serviço religioso e horário para visitas patrimoniais, e o claustro, secularizado no século XIX, formam o conjunto patrimonial mais visitado do país.

O edifício foi construído por iniciativa do rei D. Manuel I, cujo reinado decorreu entre 1495 e 1521, e dependeu de meios financeiros avultados e de recursos artísticos exigentes, que este poderoso mecenas disponibilizou.

D. Manuel I mandou construir a Torre de Belém com a finalidade de proteger, não apenas o porto de Lisboa, a barra do Tejo, mas também o Mosteiro dos Jerónimos, então em construção.

A excelência do edificado é devedora da experiência do primeiro mestre, Diogo de Boytac, e de outros notáveis arquitetos e escultores provenientes de diferentes regiões da Europa. Entre estes, destacam-se o biscainho João de Castilho, que dirigiu as obras a partir de 1517, após ter concluído o portal sul da igreja – ricamente decorado, onde se destacam as imagens do Santo Patrono de Portugal, Arcanjo S. Miguel, e a imagem de Santa Maria de Belém –, e o escultor francês Nicolau Chanterene, a quem se deve o portal ocidental. Este portal ostenta com visível aparato os retratos dos reis patronos, D. Manuel I e D. Maria de Castela, referidos pelos cronistas como sendo “tirados do natural”.

O conjunto monástico conserva, além da igreja manuelina, grande parte das magníficas dependências conventuais que contribuíram para a sua fama internacional, incluindo o claustro quinhentista, o antigo refeitório dos monges e a sala da antiga livraria.

Para mais informações clica aqui ou lê o código QR ao lado.

  • Palacete Seixas

    Localizado junto à praia da Ribeira, em Cascais, o Palacete Seixas implanta-se sobre os troços remanescentes do Forte de Santa Catarina, sendo atualmente propriedade da Marinha Portuguesa.

  • Câmara Municipal de Cascais

    A Câmara Municipal de Cascais é o órgão executivo do município e tem por missão definir e executar políticas que promovam o desenvolvimento do Concelho de Cascais.

  • Igreja de Santo António do Estoril

    Esta igreja do início do século XVI foi construída no local de um edifício ainda mais antigo.

  • Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia

    A Santa Casa da Misericórdia de Cascais, fundada em 1551, instalou-se na Ermida de Santo André.

  • Forte da Cruz

    Pequena construção que parece um pequeno castelo sobre a praia do Tamariz no Estoril.

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