0%

Viajando por Portugal

Pelos caminhos de Portugal, vi tanta coisa linda, vi coisa sem igual.

Igreja de Santo Amaro

José Torres
16.04.2026

Época de construção

Séculos XIV / XVI / XVII

Classificação

Monumento Nacional, Decreto nº 27 398, DG, 1.ª série, n.º 302 de 26 dezembro 1936

Localização

7800-266 Beja

Descrição


A Igreja de Santo Amaro é uma das mais antigas da cidade de Beja, apontando muitos autores para uma fundação paleocristã deste templo; estudos mais recentes apontam para uma datação do século X, em plena época islâmica, construída pela comunidade moçárabe de Beja. A igreja foi sofrendo sucessivas remodelações ao longo do tempo, as quais vieram a dar origem ao atual edifício, dos séculos XV/XVI.

NA década de 90 do século passado, o monumento acolheu um projeto museológico relacionado com a época visigótica. É considerada, por alguns autores, como a coleção mais significativa do período visigótico em Portugal. 

Mais informações aqui ou no código QR ao lado.

  • Sé Catedral de Beja

    A sua origem remonta ao século XIV, tendo existido no local uma igreja dedicada a Santiago, construída para funcionar como sede paroquial de Santiago.

  • Ermida de Santo André

    Inserindo-se na tradição construtiva gótico-mudéjar, o templo poderá ter sido construído em finais do século XV ou princípios do XVI, eventualmente sob a ação mecenática de D. Manuel I.

  • Edifício do antigo Governo Civil de Beja

    Arquitectura administrativa, eclética, revivalista. Edifício de esquema bastante tradicionalista, de planta rectangular organizado em torno de pátio central .

  • Monumento de Homenagem aos Combatentes do Concelho de Beja

    O Monumento de Homenagem aos Combatentes pretende prestar homenagem aos antigos combatentes que nasceram no concelho de Beja e perderam a sua vida ao serviço de Portugal.

  • Capela de Santo Estevão

    É considerado um dos mais antigos templos da cidade, remontando a sua construção a finais do século XIII, junto à muralha medieval.

Comentários


Ainda não há comentários sobre este artigo.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *