0%

Viajando por Portugal

Pelos caminhos de Portugal, vi tanta coisa linda, vi coisa sem igual.

Barcos Rabelo

José Torres
26.06.2022

Antes da criação das estradas e dos caminhos-de-ferro, as longínquas e remotas quintas do Vinho do Porto eram apenas acessíveis através do Rio. Era aqui que se fazia o delicioso Vinho do Porto, o ouro de Portugal durante muito tempo.

A origem destas embarcações encontra-se diluída no tempo. Conhecem-se relatos que o situam no rio Douro em época tão longínqua quanto o século XIII, mas só em 1792 é que a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro publicou os alvarás relacionados com a embarcação.

Se, para descer o rio todas as correntes (e santos) ajudavam, para o subir tinha de se contar com a força dos animais e dos homens que, a partir da margem, puxavam com a ajuda de cordas. Tempos difíceis e suados que a construção da linha de caminho-de-ferro e das barragens (nomeadamente a Barragem do Carrapatelo, em 1972) veio aligeirar.

  • Palacete de Belmonte

    Edifício construído na primeira metade do século XVIII para residência de uma família nobre, constitui um exemplar significativo da arquitetura setecentista.

  • Póvoa Arena

    Espaço multiusos de referência ao serviço da cultura e do lazer.

  • Monumento de homenagem ao povo de Póvoa de Varzim

    Este monumento serve como um tributo ao povo poveiro, celebrando a sua identidade e a sua ligação intrínseca à história e ao quotidiano da Póvoa de Varzim.

  • Mosteiro de S. Domingos de Donas

    O “Mosteiro de S. Domingos de Donas de Vila Nova de Gaia” ou Convento de Corpus Christi, de religiosas dominicanas, foi fundado em 1345 por D. Maria Mendes Petite, viúva do trovador dionisino Estevão Coelho e mãe de Pêro Coelho, um dos participantes no assassínio de D. Inês de Castro.

  • Mercado Municipal da Beira-Rio

    Vendeu peixe e legumes, agora renovou-se e é também espaço para sushi, hambúrgueres, pavlovas, petiscos tradicionais e gelados com chocolates da Arcádia.

Comentários


Ainda não há comentários sobre este artigo.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *