Dois elementos destacam-se, pela sua omnipresença, no Jardim da Fonte Nova, em Aveiro: o imponente edifício em tijolo vermelho da antiga Fábrica de Cerâmica Jerónimo Pereira Campos e o Lago da Fonte Nova, num dos canais urbanos da Ria em Aveiro, com o seu vaivém constante das embarcações tradicionais com os passeios turísticos.
Em tempos, este canal era uma via de transporte dos bens das fábricas localizadas nas suas margens. A vertente sul do lago constitui de igual forma um sector atrativo do jardim, onde se podem observar as ruínas da Capela de São Tomás de Aquino, bem como a chaminé da primeira unidade fabril da histórica fábrica de cerâmicas Aleluia.
Sendo muito procurado tanto pelos aveirenses como por turistas, é ainda assim um local com bastante diversidade de aves urbanas. É frequente encontrarmos Estorninhos-pretos (Sturnus unicolor) e Melros (Turdus merula) à procura de alimento nos relvados e Rabirruivos (Phoenicurus ochruros) a saltitar nos pavimentos. A flutuar nas águas do canal, Gaivotas (Larus sp.) e Patos-reais (Anas platyrhynchos) parecem pouco incomodados com a entrada e saídas de turistas dos moliceiros que aqui atracam.
Monumento aos ovos moles de AveiroLago da Fonte NovaAntiga Fábrica de cerâmica Jerónimo Pereira Campos
Edificada no séc. XII com projeto de Mestre Robert, em estilo românico, nela se encontra os túmulos de D. Sesnando, 1º Governador da cidade, D. Vataça, princesa bizantina, aia de Isabel de Aragão, e do Bispo-Conde D. Afonso de Castelo Branco.
Começou a ser construído em 1598 o Colégio das Onze Mil Virgens pela Companhia de Jesus, que estava instalada na cidade desde 1541. As obras desenvolveram-se com lentidão e a igreja apenas foi inaugurada em 1698.
De origem muçulmana, Montmayur é descrita no século X como uma poderosa fortaleza. A sua posição estratégica tornou-a particularmente cobiçada por forças cristãs e muçulmanas, o que explica os inúmeros combates aqui travados.
A primeira referência ao Solar dos Pinas data do casamento de Lopo Fernandes de Pina, que, tendo desposado uma dama montemorense, D. Leonor Gonçalves, mandou erguer na vila uma grande casa senhorial, cercada e coroada de ameias.
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