
Época de construção
Séculos XVIII / XIX
Classificação
Monumento Nacional, Decreto 16-06-1910, DG, 1.ª série, n.º 136 de 23 junho 1910 (Aqueduto – troço e Mãe de Água das Amoreiras) / Decreto n.º 5 DR, 1.ª série-B, n.º 42 de 19 fevereiro 2002 *1 / ZEP, Portaria nº 1092/95, DR n.º 206 de 06 setembro 1995 (troço entre Campolide e a Avenida Engenheiro Duarte Pacheco) / Portaria n.º 1099/95, DR n.º 207 de 07 setembro 1995 (troço das Amoreiras)
Localização
Descrição
O Aqueduto das Águas Livres, considerado o último grande aqueduto clássico a ser erguido em todo o mundo, é uma estrutura hidráulica de grande extensão, edificado entre 1731 e 1799 por encomenda do Rei de Portugal, D. João V.
Construído em cantaria e em alvenaria de calcário, proveniente da grande Lisboa, este aqueduto carateriza-se por uma arquitetura infraestrutural barroca e desenvolve-se através de um troço principal com cerca de 14 Km de comprimento, denominado Aqueduto Central, que compreende uma extensão de cerca de 32 Km de aquedutos secundários fora de Lisboa e 12 Km de galerias de adução para chafarizes em Lisboa que perfazem, em conjunto, uma rede total de cerca de 38 Km.
O sistema de captação e transporte de água deste aqueduto atravessa cinco concelhos de Portugal: Sintra, Odivelas, Amadora, Oeiras e Lisboa, e está enquadrado em meio rural e meio urbano. O percurso do aqueduto inicia-se na nascente da Mãe d’Água Velha, no concelho de Sintra, onde coabita com campos de cultivo e pinhal. Ao longo do trajeto, atravessa zonas urbanas, estando envolvido por prédios e vias públicas, numa determinada área está alinhado com a linha ferroviária e termina em Lisboa, no Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras.
O aqueduto das Águas Livres era alimentado por 58 nascentes de água, situadas nos vários concelhos atravessados pela infraestrutura hidráulica. No decorrer do seu trajeto, a água era transportada à superfície ou de forma subterrâneas, tanto por ação da gravidade, com através do princípio dos vasos comunicantes.
Quando atravessa vales mais profundos como os de Carenque, Reboleira e Damaia, no concelho da Amadora, ou o de Alcântara no concelho de Lisboa, a estrutura hidráulica apresenta uma arcaria de volta perfeita, adaptada à circunstância geológica, em arco abatido ou em arco quebrado, como é exemplo conjunto de trinta e cinco arcos construídos sobre o vale de Alcântara, em Liisboa.
Como aceder ao Aqueduto das Águas Livres?
Para podermos caminhar sobre o Aqueduto das Águas Livres e apreciar tudo aquilo que o mesmo nos proporciona, devemos aceder à entrada do Museu da Água situada na rua CC da Quintinha 6, 1070-225 Lisboa.












Galeria de imagens da caminhada sobre o Aqueduto das Águas Livres




















Galeria deimagens com a visão exterior do aqueduto















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