
Época de construção
Séculos XVI / XVII / XVIII / XIX / XX
Classificação
Monumento Nacional, Decreto 16-06-1910, DG, 1.ª série, n.º 136 de 23 junho 1910 (Túmulo de D. Mendo Foyos, na sacristia da Igreja) / Decreto n.º 5 046, DG, 1.ª série, n.º 268 de 11 dezembro 1918 (Sacristia e capelas intermédias da Igreja) / Decreto n.º 29 604, DG, 1.ª série, n.º 112 de 16 maio 1939 (Convento da Graça de Lisboa, parte não incluída na primeira classificação) *1
Localização
Largo da Graça 94, 1170-165 Lisboa
Descrição
O conjunto da Igreja e convento da Graça, também designado por Convento da Graça, Convento de Nossa Senhora da Graça, Igreja Paroquial da Graça ou Igreja de Santo André e Santa Marinha, está localizado no Largo da Graça, na freguesia de São Vicente, em Lisboa, estando adjacente a um miradouro com vista sobre a cidade e o rio.
Pertencia à Ordem dos Agostinianos Eremitas (Ordo eremitarum Sancti Augustini), hoje conhecida como Ordem de Santo Agostinho, e por isso, por ter aqui a sua sede em Portugal, também era conhecida por Ordem dos Gracianos.
Remonta ao início da nacionalidade portuguesa, fundado no século XIII, no Monte de São Gens, no antigo local conhecido por Almofala — onde D. Afonso Henriques acampou com as suas tropas durante o cerco a Lisboa em 1147. Foi depois reedificado no século XVI e restaurado após o terramoto de 1755, dado que grande parte da igreja ruira, sobretudo a fachada, as abóbadas da capela-mor e do cruzeiro.
Após a extinção das ordens religiosas o convento foi transformado em quartel de diversas unidades do exército.





















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