Época de construção
Século XVII / XVIII / XIX
Classificação
Monumento Nacional, Decreto n.º 28 536, DG, 1.ª série, n.º 66 de 22 março 1938 (Muralhas de Elvas) / Decreto n.º 30 762, DG, 1.ª série, n.º 225 de 26 setembro 1940 (Muralhas e obras anexas) / Decreto n.º 37 077, DG, 1.ª série, n.º 228 de 29 setembro 1948 (Muralhas de Elvas) / MN – Monumento Nacional / ZEP, Aviso n.º 1517/2013, DR, 2.ª série, n.º 242 de 13 dezembro 2013 / Património Mundial – UNESCO, 2012
Localização
Descrição
Exemplo notável da primeira tradição holandesa de arquitetura militar, a Praça de Elvas é constituída por sete baluartes, quatro meios baluartes e um redente ligados entre si por cortinas, constituindo doze frentes de muralha.
O acesso à cidade é feito por três portas duplas (de Olivença, de São Vicente e da Esquina) com decorações bélicas, e por várias poternas que surgem no meio dos fossos (de São Pedro, Porta Velha, de São Francisco, etc.).
Hoje as muralhas seiscentistas de Elvas são um exemplo original de fortificações do séc. XVII que no seu estado de autenticidade são únicas no mundo, estando muito bem conservadas na sua totalidade.
Faz parte da muralha do sistema abaluartado, 1643, traçada por Cosmander.
Obra-prima da arquitetura militar da Restauração, de forma poligonal, com doze frentes, três portas, sete baluartes, quatro meio-baluartes, um redente, sete revelins, fosso, caminho coberto, uma obra coroa, cobre-faces, tenalhas, três cavaleiros e dois contra guardas.
Maior parte da muralha assentou sobre a muralha medieval fernandina da qual existem quatro poternas, uma porta e uma torre, integrada no antigo edifício do Hospital Militar.
Localização: R. de Olivença, 7350-075 Elvas
A porta exterior de Olivença é decorada com simbologia bélica como instrumentos de guerra que a coroam: armadura, canhões, balas, entre outros. Dava acesso ao caminho para o Forte de Santa Luzia e para a cidade vizinha de Olivença.


A Porta interior de Olivença é decorada com motivos bélicos. Destaca-se a imagem de dois militares levantando as armas portuguesas de D. João IV ladeadas por dois pináculos.

Faz parte da muralha do sistema abaluartado, 1643, traçado por Cosmander.
Obra-prima da arquitetura militar da Restauração, de forma poligonal, com doze frentes, três portas, sete baluartes, quatro meio-baluartes, um redente, sete revelins, fosso, caminho coberto, uma obra coroa, cobre-faces, tenalhas, três cavaleiros e dois contra-guardas.
Maior parte da muralha assentou sobre a muralha medieval fernandina da qual existem quatro poternas, uma porta e uma torre, integrada no antigo edifício do Hospital Militar.
Localização: Elvas
A Porta exterior de São Vicente é encimada pelas armas portuguesas do século XVII rematadas por uma escultura em mármore representado Rui de Mello, um antigo governador da cidade. A Porta dava acesso à estrada para Badajoz.


A Porta interior de São Vicente é encimada pelas armas portuguesas do século XVII, tendo ao centro um nicho com a imagem de São Vicente ladeada por dois anjos e duas aletas.


Faz parte da muralha do sistema abaluartado da Restauração considerada uma obra-prima da arquitetura militar, traçada pelo matemático holandês Jan Ciermans, mais conhecido por João Cosmander.
No fim do século XVII foi construída sobre esta porta, ao estilo Renascentista, a Ermida de Nossa Senhora da Conceição, nome pelo qual a porta também é conhecida.
Localização: Elvas
A porta exterior da Esquina ou de Nossa Senhora da Conceição tem uma decoração simples. Dava acesso à antiga estrada para Estremoz e Lisboa bem como ao Rossio de São Francisco e ao Aqueduto da Amoreira.


A porta interior da Esquina é elaborada em mármore branco e negro e está colada ás traseiras da capela de Nossa Senhora da Conceição. O arco é ladeado por dois nichos com concheadas na parte superior. A zona superior da porta é constituída por uma janela gradeada ladeada por duas pilastras e encimada por uma cruz.


O baluarte é um elemento característico da fortificação abaluartada, de planta pentagonal irregular, destacando-se nos ângulos salientes de duas cortinas contíguas. Era no baluarte que a artilharia se concentrava no flanco.
O Baluarte da Conceição fazia a defesa das Portas da Esquina ou de Nossa senhora da Conceição.
Nele foi construída, no século XVII, a Capela de Nossa Senhora da Conceição.


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