
Época de construção
Século XVII
Classificação
Imóvel de Interesse Público, Decreto nº 45 469, DG, 1ª Série, nº 303 de 27 dezembro 1963 *1 / ZEP, Portaria n.º 481/2014, DR, 2.ª série, n.º 118 de 23 junho 2014
Localização
R. de São João da Cruz 2, 3800-253 Aveiro
Descrição:
A origem do Convento da Ordem dos Carmelitas Descalços, com invocação de Nossa Senhora do Carmo, remonta ao ano de 1613, e a sua construção iniciou-se cinco anos depois, fora de muros, na denominada Vila Nova. As obras necessárias exigiam recursos, possíveis graças ao mecenato de D. Beatriz de Lara e Menezes, que ficará com o padroado da capela-mor onde está sepultada. Na fachada, as suas armas – Meneses de Vila Real e Médicis.
Conjunto arquitetónico de linhas sóbrias, sobressai a decoração barroca do terreiro – sobre o portão as armas Carmelitas e, no verso, S. João Batista. No interior, referido como o mais vasto templo da Ordem em Portugal, destaca-se a beleza do risco e a riqueza do altar-mor (séc. XVII e XVIII) e dos altares laterais maneiristas (séc. XVII).
Com as invasões francesas (1812), parte do edifício foi ocupado pela Companhia de Veteranos, vindo os frades a ser expulsos em 1834. O templo ficou, então, *a guarda da Irmandade dos Passos.
Os religiosos regressam a Aveiro em 1930 e aqui permaneceram com especial proteção de S. João da Cruz.
Com a saída dos padres Carmelitas de Aveiro, é Casa Episcopal (residência do Bispo de Aveiro) desde 2019.






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